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Responsabilidade corporativa

Responsabilidade corporativa

A ArcelorMittal Brasil é signatária do Pacto Global (Global Compact) da Organização das Nações Unidas (ONU) e também atua para a consecução dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, definidos pela ONU em 2000.

Diariamente, a ArcelorMittal reforça seu compromisso com a ética corporativa nos negócios, compartilhando orientações e diretrizes com seus empregados no intuito de evitar, detectar e tratar quaisquer desvios ou inconformidades. Essas orientações integram o Programa de Compliance, composto por seis políticas. A Empresa se pauta pela tolerância zero quanto à prática e à ocultação de atos fraudulentos ou ilegais e acredita que todos os empregados têm a responsabilidade de relatar suspeitas.

A Empresa foi uma das primeiras signatárias do Pacto Empresarial pela Integridade e contra a Corrupção, uma iniciativa do Instituto Ethos de Responsabilidade Empresarial e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, entre outras entidades. O Pacto estabelece diretrizes a serem seguidas pelas instituições visando garantir um relacionamento ético com o Poder Público.

Além de seguir rigorosamente as diretrizes propostas pela Declaração da Organização Internacional do Trabalho (OIT) sobre princípios e direitos fundamentais no trabalho, a ArcelorMittal Brasil repudia o trabalho infantil e quaisquer formas de trabalho forçado ou análogo ao escravo, e estende essa postura para os parceiros de negócios e comunidades. Não há qualquer operação da Empresa que envolva participação de mão de obra infantil, trabalho forçado ou análogo ao escravo.

ArcelorMittal Brasil assina protocolo de Sustentabilidade do Carvão Vegetal

A ArcelorMittal Brasil assinou, no dia 03/04/12, em Brasília, o Protocolo de Sustentabilidade do Carvão Vegetal. O documento firma o compromisso voluntário das empresas associadas do Instituto Aço Brasil (IABr) com a produção sustentável do insumo. O evento contou com a presença do CEO da ArcelorMittal Aços Longos Américas, Jefferson De Paula, do CEO da ArcelorMittal Brasil, Benjamin Baptista Filho, e do CEO da ArcelorMittal BioFlorestas, Maurício Bicalho de Melo.

Um dos principais pontos do documento é o compromisso da indústria do aço de atingir, em até quatro anos, 100% de florestas plantadas para atender à demanda de carvão vegetal. Em 2011, 80% do insumo consumido pela indústria do aço foi proveniente de florestas plantadas próprias, 10% de florestas plantadas de terceiros e 10% de resíduos florestais legalizados. O IABr reafirmou a atuação dos seus associados, dentro dos mais estritos princípios éticos relacionados às questões socioambientais e de pleno atendimento à legislação vigente, além de colaborar de forma efetiva com o Poder Público para a conscientização da cadeia produtiva quanto à importância da produção sustentável do carvão vegetal e do ferro gusa.

A participação do Poder Público é essencial para a criação de mecanismos que viabilizem a inserção dos demais produtores de carvão vegetal na legalidade, com a criação de linhas especiais de crédito, formação de cooperativas e até mesmo de outras alternativas para a subsistência de famílias que atualmente produzem o insumo em milhares de fornos primitivos disseminados em várias regiões do Brasil. “O momento é extremamente importante, de inflexão, na produção sustentável de carvão vegetal, o primeiro passo de muitos que precisam ser dados. Não se pode misturar o empresário sério do não sério, o desafio é incluir os demais produtores, não pactuados”, afirma a ministra de Estado de Meio Ambiente, Izabella Teixeira.

Atualmente, a ArcelorMittal Brasil trabalha em duas rotas de produção de gusa, ambas viáveis economicamente e com suas particularidades. O carvão vegetal é produzido pela ArcelorMittal BioFlorestas, originário de florestas de eucalipto próprias distribuídas em Minas Gerais e na Bahia. É um recurso natural renovável que traz consigo, também, possibilidades de geração de benefícios ambientais, sociais e econômicos para as comunidades locais. “Com o carvão vegetal, temos ainda mais possibilidade de agregar valor aos nossos negócios por meio do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL)”, ressalta Maurício Bicalho de Melo. O carvão vegetal produzido na empresa é destinado à ArcelorMittal Juiz de Fora e ArcelorMittal Cariacica. Não é possível, no entanto, utilizar a rota do carvão vegetal para todas as usinas. Além da questão da escala, que exigiria expressivas dimensões territoriais, o insumo não é viável para a produção de gusa em fornos com capacidades acima de 600 mil toneladas, sendo necessário recorrer ao uso do carvão mineral ou coque siderúrgico.

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